De Minas para o Brasil

De Minas para o Brasil O trabalho de Aécio Neves para valer a meritocracia

Quando o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que obriga a ocupação de cargos públicos comissionados por profissionais qualificados, nos governos da União, estados e municípios foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, os brasileiros não imaginavam que a vitória teve início lá atrás, quando Aécio Neves tornou-se governador de Minas Gerais.

Aécio recebeu um estado com uma economia estagnada, com dívidas financeiras com a União e servidores públicos e trabalhadores completamente desmotivados. Em seu primeiro mês de governo, realizou um plano audacioso de gestão pública, cortando secretarias, salários e enxugando a máquina pública. Para fazer tudo isso, tinha ao seu lado uma equipe especializada, preparada e com condições técnicas comprovadas para ocupar os cargos públicos com a devida responsabilidade. Do primeiro ao último escalão.

Aécio confiou na capacidade, na competência e na capacidade de gerência de bons profissionais para que Minas Gerais voltasse a ser um estado próspero. Acreditou, realizou e conquistou. Minas recuperou o prestígio, saldou as dívidas e atraiu investimentos.

Projeto de meritocracia para cargos públicos comissionados nasceu quando Aécio Neves foi governador de Minas Gerais - Foto: Omar Freire

Projeto de meritocracia para cargos públicos comissionados nasceu quando Aécio Neves foi governador de Minas Gerais – Foto: Omar Freire

A gestão pública do governo de Aécio Neves trouxe inovações para todo o país. Na metade de seu governo, o embrião do que seria a PEC aprovada na CCJ do Senado, foi criado para certificar profissionais que queriam ingressar no serviço público nas áreas de planejamento, gestão e finanças das secretaras, autarquias e fundações. O objetivo do projeto era aprimorar o nível da administração em cargos considerados estratégicos. Na época, a certificação foi realizada, de forma inédita, pelo Departamento de Ciências Administrativas da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Os profissionais passavam por provas de conhecimento técnico, entrevistas individuais e dinâmicas de grupo. Eram analisadas as habilidades técnicas e os talentos pessoais de cada gestor, em um processo que garantia condições de igualdade.

O projeto, aplicado em Minas Gerais com êxito, agora percorre caminhos para se tornar grande e mais brasileiro, revelando pessoas e defendendo a qualidade pública e a eficiência na gestão. Com ele, temos a chance de deixar para trás a velha forma do cabide de emprego que apadrinha incompetência e atraso. O bom exemplo faz o Brasil andar para frente.