Feitiço contra o feiticeiro

Feitiço contra o feiticeiro Para cada semana de governo, Dilma lança medidas impopulares

A cada semana, as notícias do governo Dilma Rousseff só fazem confirmar quais são os rumos do nosso Brasil.

As últimas semanas, então, os brasileiros tiveram a certeza de que o país não está sendo conduzido de maneira justa, correta e eficiente.

A desvalorização da moeda nacional chegou ao maior recorde das últimas duas décadas. Entretanto, muita gente se pergunta: o que eu tenho a ver com a subida do dólar e a desvalorização do real? Isso é só para quem é rico!

Ledo engano. Um dos principais ingredientes do pãozinho de cada dia, o trigo, é cotado na moeda americana. E com a alta do dólar, naturalmente, o café-da-manhã dos brasileiros ficará mais caro. Assim, poderá acontecer com vários outros produtos que estão à mesa dos brasileiros.

feitiço

Na tentativa de cobrir o déficit do orçamento, o governo atual corta recursos de pastas primordiais, como Educação e Saúde.

Jovens que sonhavam com uma oportunidade de uma formação educacional melhor agora estão desprovidos.

Na Saúde, um dos projetos mais relevantes do governo A Farmácia Popular não terá previsão de descontos em medicamentos. Ou seja, doentes que recebiam descontos consideráveis nos remédios terão que acrescentar mais essa conta no já apertado orçamento. E o governo, sábio como um poste, gastará mais e mais com internação, leitos, cirurgias. Porque para o Ministério da Saúde do governo Dilma Rousseff é melhor cortar gastos a remediar a população e, depois, os doentes utilizam mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sabe quantas vezes a conta de luz e o combustível receberam reajuste neste governo? Pois é. No final, a conta sempre vem para o contribuinte. As grandes empresas se unem, pressionam o governo dizendo que não vão pagar a conta de impostos porque não recebem incentivos. Sobra pra quem?

Isso mesmo. Para os brasileiros que suam a camisa diariamente para colocar comida na mesa e pagar as contas em dia. Porém, até isso, nesses últimos dias, a presidente é campeã. Campeã às avessas. Só nos meses de maio, junho e julho deste ano, o índice de desemprego chegou a 8,6%, segundo o IBGE. Esta é a maior taxa já medida em trimestre, desde quando deu-se início a medição, em 2012.

E quando estendemos a taxa de desemprego para o período de 12 meses, o número é assustador. Mais de 1,8 milhão de pessoas estão desempregadas, sem emprego com carteira assinada. É como se toda a população da cidade do Recife (PE) ficasse desempregada!

Não por isso, por esse conjunto de fatores, a nova pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada pelo IBOBE, nesta quarta-feira (30/09), mostra que a aprovação pela do governo Dilma Rousseff só chega a 10% dos entrevistados.

E não muito tempo atrás, a indagação da presidente Dilma Rousseff era se o então candidato a presidência da República, Aécio Neves, cometeria “medidas impopulares” se fosse eleito.

O mundo nem chega a dar muitas voltas… Aliás, nem bem faz uma volta inteira.