Sobre mentiras e privatizações

Já falamos aqui sobre o vale-tudo eleitoreiro que vem fazendo a candidata Dilma Rousseff. As manobras de sua campanha, com mentiras e com terrorismo, como o discurso sobre o fim do bolsa família e de privatizações em instituições estatais. Tudo isso é fruto do desespero e da falta de limites para a manutenção do poder.

O ataque às privatizações se tornou uma rotina na campanha do PT, contra Aécio. Seria cômico se não fosse tão sórdido, já que a atual presidente têm privatizado estradas, ferrovias e aeroportos por todo o Brasil. Recentemente, lançou um pacote de concessões na área, incluindo os aeroportos do Galeão, no Rio, e Confins, em Belo Horizonte.

E o que dizer sobre as privatizações de Lula, que têm adotado o mesmo discurso em favor da candidata da situação? Bancos no Nordeste, bacias de Petróleo, como parte do Campo de Libra, hidrelétricas e cerca de 2,6 mil quilômetros de rodovias federais.

A grande questão não é a privatização, que pode trazer benefícios e mais infraestrutura para o país, mas a forma como usam um discurso eleitoreiro, para “pescar” os desinformados.

Recentemente, Dilma chegou a dizer que Aécio iria privatizar a Petrobras, as Universidades Federais, os bancos públicos. Obviamente, foi desmentida por Aécio.

São boletins e jornais suspeitos sendo distribuídos por essa campanha em todo o Brasil, exatamente dando a ideia de que nós poderíamos estar indo na direção da diminuição, do fim dos nossos programas sociais ou da privatização de bancos públicos, o que não vai acontecer. Os nossos adversários sabem que isso não vai acontecer. Mas não há limites para eles se manterem no poder.”

Aécio Neves

Foto: Marcos Fernandes

Foto: Marcos Fernandes

A proposta de Aécio é, justamente, o oposto do que vem sendo dito por sua adversária nas eleições. Ele quer valorizar nossas instituições, ao contrário do que vem fazendo o atual governo. Talvez por isso, o desespero e a calúnia tomaram frente na campanha de Dilma.

Temos que tranquilizar os servidores dos bancos públicos e da Petrobras, empresas que são patrimônios dos brasileiros e que serão fortalecidas no nosso governo. Não permitiremos é que elas sejam aparelhadas por partidos políticos.”

Aécio Neves

O mesmo vale para as Universidades Federais. Elas são patrimônios brasileiros e serão qualificadas, e não privatizadas. O que Aécio que é ampliar suas fronteiras de conhecimento e tecnologia, para oferecer uma educação pública de muito mais qualidade.

Hoje, infelizmente, saímos da lista das 100 melhores Universidades do mundo, mais uma vez, pela ineficiência do atual Governo. Aécio vai fortalecer as instituições públicas de Ensino Superior, investindo mais na formação de professores e na infraestrutura das Universidades Federais.

Aécio sempre enfatizou que os setores privatizados durante o governo de Fernando Henrique Cardoso foram necessários, pelo sucateamento dessas áreas.

Imagina o setor de telefonia, que já funciona tão mal, nas mãos do Estado.  Indo mais além, imagine Dilma Rousseff nomeando os dirigentes dessas empresas. E, que tal, pensar na Embraer, empresa de enorme êxito internacional, nas mãos do PT.

Belo Horizonte se vestiu de amarelo, pela mudança no Governo - Foto: Bruno Magalhães

Belo Horizonte se vestiu de amarelo, pela mudança no Governo – Foto: Bruno Magalhães

As privatizações devem acontecer quando determinada área ou setor precisa se modernizar, precisa crescer mais para oferecer melhores serviços aos brasileiros, O que não é o caso dos bancos, da Petrobras ou das Universidades Federais.

Ao contrário, Aécio quer devolver essas instituições aos brasileiros, com mais qualidade e sem o aparelhamento com que elas foram conduzidas pelo atual Governo. Afinal, estamos vendo o que têm acontecido na Petrobras.

Sempre defendi as privatizações em setores essenciais para que o Brasil se modernizasse.”

Aécio Neves